A Família Strauss

Os Strauss reciclam quase tudo. Compram verduras e frutas nos mercados locais para evitar embalagens, levam seus próprios recipientes quando vão ao açougue, plantam grande parte da própria comida e transformam os restos dos alimentos em adubo. Usam painéis solares e baterias recarregáveis para gerar energia. Tanto cuidado resultou em uma façanha e tanto: uma família de três pessoas produziu apenas uma sacola de lixo durante um ano.

Família Strauss recicla quase tudo em 2010

Os Strauss e seu troféu minimalista: quase nenhum lixo - foto: zerowaste.com

Na Inglaterra, uma família média produz cerca de 750 kg de lixo por ano. Os Strauss, também ingleses, não produziram sequer 1 kg. Brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos. Era esse o conteúdo da pequena sacola de lixo.

Há dois anos o casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de nove anos, se propuseram a reduzir drasticamente sua produção de lixo. A ideia surgiu de Rachelle, mas o marido só se interessou quando assistiu uma reportagem sobre os danos que as embalagens plásticas causam à vida marinha.

A experiência da família pode ser acompanhada pelo site My Zero Waste que se tornou referência sobre reciclagem e tem mais de 70 mil acessos por dia.

Fonte: oecocidades.com
Autor: Daniele Bragança



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Xanxerê, um exemplo a ser seguido

Xanxerê, primeiro município do Brasil a abolir as sacolas plásticas gratuitas em supermercados completa 1 ano de campanha.

Xanxerê, no dia primeiro de abril de 2009 conquista o título de primeiro município do Brasil a abolir as sacolas plásticas gratuitas em supermercados. O município de Santa Catarina com aproximadamente 40 mil habitantes é um exemplo a ser seguido.

Ainda existem sacolas dentro das empresas, mas as mesmas são cobradas, elas estão sendo vendidas em embalagens de 5 unidades a um custo de R$ 0,50.

Sacola Ecológica

Foram lançadas dois tipos de sacolas retornáveis, uma normal a um custo de R$ 5,99 e uma com uma divisão interna por R$ 6,99.

Depois que Xanxerê, através da mobilização de empresários, governo e comunidade, baniu a distribuição gratuita de sacolas plásticas na cidade – em um ano, o consumo de sacolas plásticas caiu em 85%! – vários municípios de Santa Catarina seguiram o bom exemplo!

Devemos considerar que 10% de todo o lixo coletado diariamente em uma cidade é composto de sacolas plásticas e cada habitante gera 1 quilo de lixo por dia. É por isso que esta batalha tem que ser vencida em nome dos futuros habitantes do planeta e Xanxerê está vencendo.

Veja o vídeo da campanha feita na cidade (2009)

Fonte: indaial.com.br
Autor: FunVerde



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Parece madeira, mas é plástico

Uma das principais causas do desmatamento desenfreado na Amazônia é o mercado de madeira que aquece não apenas o clima, mas também as principais metrópoles brasileiras. Algumas empresas espalhadas pelo território nacional, no entanto, já descobriram um jeito ecologicamente viável de fabricar um produto semelhante e resistente sem precisar derrubar uma única árvore. É o caso da Cogumelo, que trouxe a tecnologia pronta dos Estados Unidos há cerca de oito anos, país em que a estratégia faz bastante sucesso.

Plástico parece madeira

Uma das principais causas do desmatamento desenfreado na Amazônia é o mercado de madeira que aquece não apenas o clima, mas também as principais metrópoles brasileiras. Algumas empresas espalhadas pelo território nacional, no entanto, já descobriram um jeito ecologicamente viável de fabricar um produto semelhante e resistente sem precisar derrubar uma única árvore. É o caso da Cogumelo, que trouxe a tecnologia pronta dos Estados Unidos há cerca de oito anos, país em que a estratégia faz bastante sucesso.

A Cogumelo, basicamente, trabalha com polietileno (um tipo de plástico) de alta densidade, comprado através de cooperativas de catadores de lixo e reciclagem. O processo todo, desde o momento em que a matéria-prima granulada (como embalagens usadas em material de limpeza, engradados de bebida e galões de plástico, por exemplo) chega à fábrica, demora em torno de uma hora e meia. Inicialmente, os flocos grandes são refinados e, em seguida, o resíduo é prensado e higienizado.

Parece madeira, mas é plástico

“Sempre tivemos cuidado em definir bem o que vendíamos, porque há diversos tipos de madeira plástica no mercado. Separamos todo o resíduo usado e encontramos um resultado homogêneo”, explica Thiago Paúra, gerente comercial da empresa.

A Cogumelo pode, atualmente, produzir em torno de 150 toneladas/mês. O preço, no entanto, ainda é um empecilho. “Comparado com a madeira nobre, a Policog (nome do produto) custa de 10 a 20% mais cara. Mas ela atua bem em diferentes ambientes, como piso, banco de praça, deque de piscina, móveis ou revestimento. E tem a vida útil estimada em mais de 50 anos, sem qualquer necessidade de manutenção. Também não propaga fungos ou absorve umidade”, garante Paúra. O metro quadrado para fazer um deque, por exemplo, sai por 160 reais e qualquer município do Brasil pode fazer encomenda por telefone.

Entre em contato:

Cogumelo
21. 3408.9000 - policog@cogumelo.com.br

Ecowood
21 3656.3934 e 21 3656.3887 - ecowood@ecowoodrio.com.br - contato@ecoplace.com.br

In Brasil
42. 3522.1771 - inbrasil@inbrasil.ind.br

Fonte: oeco.com.br
Autor: Felipe Lobo



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