21 sabores sob risco de extinção

O Brasil tem 21 produtos alimentícios em risco de extinção, segundo o catálogo Arca do Gosto, que lista sabores em risco de desaparecer devido a fatores como a coleta não sustentável, localização do produto em área devastada, baixa procura, perda da tradição de modos de preparo, produção complexa e desinteresse mercadológico. O levantamento é feito pela Slow Food, uma Organização Não Governamental internacional com sede na Itália e com atuação no Brasil desde 2006.

Ostra Cananéia

O movimento pretende restabelecer os hábitos de convivência à mesa, protegendo os alimentos tradicionais e conservando métodos de cultivo e processamento tradicionais em contraposição à correria da vida moderna pautada pelo "fast food" e a padronização do paladar.

A Arca do Gosto, identifica, localiza, descreve e divulga sabores quase esquecidos de produtos que estão em risco de desaparecer, mas ainda vivos e com potenciais produtivos e comerciais.

Castanha de Baru

Para visualizar os sabores com risco de extinção no Brasil, clique aqui!

Caso você conheça outro sabor na mesma situação e deseje cooperar, clique aqui!

Além dos 21 produtos catalogados até dezembro de 2010, estão em estudo mais seis, todos do semiárido brasileiro, informa Sá. "A catalogação e a atualização da Arca é constante, vamos incorporando na medida é que os estudos são finalizados".

Fonte: akatu.org.br
Autor: Rogério Ferro



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Comida Japonesa

As formas mais básicas do preparo do sushi e suas variações estão descritas em detalhes de fácil entedimento. Por suas qualidades, os sushis são obras-primas e frescas da culinária japonesa, que agradam aos olhos por suas cores, ao paladar pelos seus sabores e ao corpo pelos benefícios à saúde.

Que tal fazer o sushi em sua casa?


Fonte: robertomoriya.com.br
Autor: Roberto Moriya



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Segunda sem carne

Um Dia sem Carne faz Diferença. Campanha Mundial chega em Curitiba.

Segunda sem carne

Diante de dados tão alarmantes sobre o aquecimento global, o ex-Beatle Paul McCartney pensou como as pessoas poderiam escolher, entre tantas sugestões, qual seria a de maior impacto para contribuir para um planeta mais limpo, sustentável e saudável. A resposta ele anunciou ao mundo, em agosto do ano passado, com o lançamento da campanha Meat Free Monday, chamada no Brasil de Segunda Sem Carne.

Munido de estudos da FAO (IPCC - Painel Intergovernamental de Mundanças Climáticas - 2009) que comprovam que a indústria da carne é responsável por 18% do total das emissões de gases de efeito estufa em todo mundo - o que representa mais poluição que o setor de transporte -, o cantor chamou especialistas, como o Dr. Ph.D Rajendra Pachauri, para endossar que a mudança no hábito alimentar de comer carne é a medida mais eficaz - e urgente - para diminuirmos a evolução do efeito estufa, mas também de outros prejuízos ao meio-ambiente.

Com o mote "mudando sua alimentação, você pode mudar o mundo", a campanha já foi lançada em diversas cidades de vários países e vem arrebatando seguidores, inclusive em grande número dentro do show business, pela sua simplicidade e eficácia. Afinal, excluir a carne - de qualquer tipo - em apenas um único dia da semana, não é uma tarefa difícil. E a escolha da segunda-feira vem para facilitar a decisão, quando todos têm por hábito alimentar-se de forma mais leve para compensar os excessos do final de semana.

Contudo, em se tratando do consumo de carne, estes excessos vêm causando prejuízos enormes, seja para o custo da saúde pública, seja para a preservação dos biomas terrestres e marítimos, seja para a promoção da paz e justiça social. Estima-se, por exemplo, que nada menos que 80% do desmatamento da Amazônia seja causado pela indústria da pecuária. Outro número que envergonha nesta indústria está relacionado ao emprego de trabalhadores em regime análogo à escravidão: a pecuária emprega 62% destes trabalhadores no Brasil. Os dados são do Ministério da Agricultura e da Comissão Pastoral da Terra.

Fonte: SVB.org.br
Autor: Sociedade Vegetariana Brasileira



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